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Fundação

A Academia de Letras de Palhoça foi fundada no dia 13 de fevereiro de 2003, às 15h30min, na sede da Academia Catarinense de Letras, em Florianópolis.

Fundadores

Os fundadores da Academia de Letras de Palhoça foram: Carmem Mara Carvalho de Lima, César Luiz Pasold, Déspina Boabaid, João Francisco Vaz Sepetiba, José Isaac Pilati, Ivo Silveira, Liene Collaço Paulo, Manoel Scheimann da Silva, Dr. Paschoal Apóstolo Pítsica, Vanilda Tenfen Medeiros Vieira e Zelka de Castro Sepetiba.

ATA DE FUNDAÇÃO DA ACADEMIA DE LETRAS DE PALHOÇA 

Aos treze dias do mês de fevereiro de dois mil e três, às quinze horas e trinta minutos, no auditório da Academia Catarinense de Letras, foi fundada a Academia de Letras de Palhoça. Participaram da reunião, o Dr. Paschoal Apóstolo Pítsica,, Presidente da Academia Catarinense de Letras, e os fundadores João Francisco Vaz Sepetiba, Déspina Boabaid, Manoel Scheimann da Silva, Vanilda Tenffen, Liene Collaço Paulo, Ivo Silveira, Zelka de Castro Sepetiba, José Isaac Pilati e Carmem Mara Carvalho de Lima. O objetivo da reunião foi a fundação da Academia de Letras de Palhoça. A sessão foi presidida por João Francisco Vaz Sepetiba que foi eleito Presidente da Academia de Letras de Palhoça. O acadêmico César Pasold não pode comparecer por motivos profissionais. O Presidente da Academia de Letras de Palhoça, João Francisco Vaz Sepetiba solicitou ao Dr. Paschoal Apóstolo Pítsica para sentar-se à mesa, bem como ao ex-governador Ivo Silveira e a Marcelo Almeida, Presidente da Academia de Letras de Blumenau. João Francisco Vaz Sepetiba iniciou os trabalhos falando sobre os objetivos da criação da Academia de Letras de Palhoça. Destacou o fato de a academia estar sendo fundada com apenas dez ocupantes e dando nome aos patronos. Disse que esses dez ocupantes ocuparão as Cadeiras 01 (um) a 10 (dez) e que os futuros ocupantes serão oportunamente avaliados e eleitos pelos fundadores. A Academia de Letras de Palhoça ficou assim constituída: Cadeira nº 1 - João Francisco Vaz Sepetiba - Patrono: Cel. José da Costa; Cadeira nº 2 – Déspina Spyrides Boabaid - Patrono: Gov. José Boabaid; Cadeira nº 3 – Manoel Scheimann da Silva – Patrono: José Lupércio Lopes; Cadeira nº 4 – César Luiz Pasold – Patrono: Gov. Jorge Lacerda; Cadeira nº 5 – Vanilda Tenffen – Patrono: Cruz e Souza; Cadeira nº 6 – Liene Collaço Paulo – Patrono: Holdemar de Menezes; Cadeira nº 7 – Ivo Silveira – Patrono: Gov. Ivo Silveira; Cadeira nº 8 – Zelka de Castro Sepetiba – Patrono: Henrique Fontes; Cadeira nº 9 – José Isaac Pilati – Patrono: Osvaldo Rodrigues Cabral; Cadeira nº 10 – Carmem Mara Carvalho de Lima – Patrono: Horácio de Carvalho. Os nomes dos patronos das Cadeiras 11 (onze) a 40 (quarenta) serão escolhidos oportunamente. A seguir, João Francisco Vaz Sepetiba, Presidente da Academia de Letras de Palhoça deu posse aos fundadores e a Academia designou a data de 13 de fevereiro como a da sua fundação. Prosseguindo, o Presidente da Academia de Letras de Palhoça, João Francisco Vaz Sepetiba destacou a importância da academia para a vida histórica e cultural da cidade de Palhoça. A seguir, o Presidente da Academia de Letras de Palhoça, João Francisco Vaz Sepetiba tomou a liberdade de propor uma diretoria provisória. A Diretoria ficou constituída por: Presidente: João Francisco Vaz Sepetiba; 1º Vice-Presidente: Dr. César Luiz Pasold; 2º Vice-Presidente: Manoel Scheimann da Silva; Secretária: Professora Zelka de Castro Sepetiba; Tesoureiro: Dr. Isaac Pilati. Essa Diretoria foi eleita na oportunidade por aclamação. Prosseguindo sua fala o Presidente da Academia de Letras de Palhoça, João Francisco Vaz Sepetiba disse da necessidade de se elaborar um Estatuto e indicou os nomes dos acadêmicos César Luiz Pasold e Isaac Pilati para apresentarem, quando possível, um esboço do estatuto, para que seja apreciado pela Diretoria ou pela Assembléia Geral. Disse o Presidente da Academia de Letras de Palhoça, João Francisco Vaz Sepetiba: “nosso propósito é fazer uma reunião por mês para que cada fundador enalteça a figura de seu patrono. Só depois de todos falarem sobre seus patronos, é que se poderá pensar em eleição de novos acadêmicos.”. Propôs o nome do Dr. Paschoal Apóstolo Pítsica para Presidente de Honra, assim como ele já o é das Academias de São José, Biguaçú e Blumenau, o que foi aprovado. Nada mais havendo a falar, encerrou o seu discurso o Presidente da Academia de Letras de Palhoça, deixando a palavra livre para quem dela quisesse fazer uso. A seguir, a acadêmica Déspina S. Boabaid se dirigiu à tribuna. Falou da satisfação de participar da instalação da Academia de Letras de Palhoça, “o Município de Palhoça não poderia ficar indiferente a esse surto, a essa onda de incentivo à cultura, às letras e à intelectualidade que se vem manifestando em todas as cidades”. Cumprimentou cordialmente os idealizadores e promotores dessa feliz iniciativa, e agradeceu penhorada o convite que lhe foi formalizado, para ocupar uma das Cadeiras da Academia que hoje se inaugura. Um dos motivos e talvez o mais forte que a fez aceitar, de pronto, o convite, foi o gesto de homenagem prestada ao seu falecido esposo José Boabaid, oferecendo-lhe o lugar de Patrono de uma das Cadeiras da Academia. Prosseguindo, o acadêmico Marcelo Almeida, Presidente da Academia de Letras de Blumenau falou sobre sua alegria e satisfação de participar da criação de mais uma academia de letras em Santa Catarina. Comunicou aos presentes a criação da Federação das Academias de Letras de Santa Catarina, que ocorrerá no dia 11 (onze) de março. Marcelo Almeida, Presidente da Federação das Academias afirmou que pretende incentivar o ensino da literatura catarinense nos colégios de 1º e 2º graus, bem como nas universidades. Em seguida, o acadêmico José Pilati ocupou a tribuna ressaltando o valor da fundação da Academia de Letras de Palhoça. Deseja entrosar essa academia com outras academias de letras catarinenses. O acadêmico Pilati disse do incentivo e apoio que o Dr. Paschoal Apóstolo Pítsica tem dado às academias, tendo sido um incentivador incansável das letras catarinenses e merece o aplauso. O acadêmico Pilati destacou o valor do Presidente da Academia de Letras de Palhoça como excelente revisor de textos, reconhecido por todos pelo brilhante trabalho que executa. Destacou que esta é uma instituição que veio para brilhar e trilhar o caminho das letras. Disse que o seu Patrono, o professor Osvaldo Rodrigues Cabral, está a merecer um estudo mais aprofundado sobre sua vida e obra. A seguir, o acadêmico Manoel S. da Silva, falou de sua satisfação em participar da fundação da Academia de Letras de Palhoça. Afirmou que Palhoça precisa participar da criação das academias literárias. O primeiro livro sobre Palhoça é do seu Patrono, José Lupércio Lopes. Desde o ano de dois mil (2000) ele e o Dr. Paschoal A. Pítsica discutiram sobre a possibilidade da criação da Academia de Letras de Palhoça. Prosseguindo, o Presidente da Academia Catarinense de Letras, Dr. Paschoal Apóstolo Pítsica falou do lugar que a Academia de Letras de Palhoça deve ocupar no cenário literário catarinense. O Presidente da Academia Catarinense de Letras falou também a respeito de cada um dos fundadores da Academia de Letras de Palhoça, que é a décima quinta (15ª) academia de letras de Santa Catarina. A seguir, o ex-governador Ivo Silveira ocupou a tribuna afirmando ser um freqüentador assíduo da Academia Catarinense de Letras. Ficou muito feliz em participar da fundação da Academia de Letras de Palhoça. Destacou a pessoa de dona Déspina S. Boabaid, pois lembrava quando jovem ela chegou com o marido para morar em Palhoça. Agradeceu o seu nome para participar da Academia de Letras de Palhoça. A seguir, o Presidente da Academia de Letras de Palhoça, João Francisco Vaz Sepetiba agradeceu a presença de todos os acadêmicos e seus familiares, bem como dos amigos da Academia Catarinense de Letras que prestigiaram a reunião, e deu por encerrada a sessão, da qual, eu, Zelka de Castro Sepetiba, Secretária, lavrei a presente ata que vai assinada por mim, pelo Presidente e demais participantes. Florianópolis, aos treze dias do mês de fevereiro de dois mil e três.

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